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andar por fora ...

Há pequenos instantes de vida que preenchem o momento. O instante foge. Eternizam-se ou passam despercebidos. É preciso recomeçar a viagem. Sempre.

02
Jan18

noite de fado vadio

 

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O meu local de eleição para uma noite de fado vadio foi a Tasca do Chico, no Bairro Alto.

 

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Uma verdadeira taberna portuguesa rústica e pequena onde se pode saborear e desfrutar de algumas das iguarias da gastronomia portuguesa. 

 

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À hora marcada faz-se silêncio e ouve-se a tradição.

 

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A decoração enaltece o espírito fadista. 

 

fotos | Tasca do Chico, Bairro Alto - Lisboa | dezembro'17

13
Dez17

uma charmosa subida

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Em pleno coração pombalino encontramos um dos ex-líbris de Lisboa:

o Elevador de Santa Justa.

 

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 Uma construção singular em ferro forjado, com uma vista fenomenal.

A subida é irresistível. No seu topo, a 45 metros de altura, uma vista impressionante da capital.

 

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O mais famoso e charmoso monumento da baixa oferece uma bonita panorâmica sobre a Baixa lisboeta e o Castelo São Jorge.

 

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 Monumento Nacional desde 2002 é uma obra do arquitecto Raoul Mesnier du Ponsard, um aprendiz de Gustave Eiffel.

 

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Construído em ferro fundido e enriquecido com pormenores em filigrana.

 

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Digamos que é um bom descanso para as pernas numa lenta e prazerosa viagem.

 

fotos | Lisboa | dezembro'17

12
Dez17

bora lá navegar?

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O padrão dos Descobrimentos é uma nau em betão, nas margens do rio Tejo, em tributo aos navegadores portugueses.

 

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Na frente vemos representado o Infante D. Henrique,o navegador impulsionador das descobertas, a
liderar uma equipa completa a bordo pronta a descobrir o mundo.

 

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No terraço existe com miradouro com uma magnífica vista panorâmica sobre o estuário do Tejo...

 

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...e a zona monumental de Belém. 

 

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Este memorial visto da gigantesca Rosa-dos-Ventos transmite-nos a sensação da navegação em águas inexploradas da Era dos Descobrimentos.

 

fotos | Lisboa | dezembro'17

06
Dez17

uma visita à capital

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Foram três dias na Cidade das Sete Colinas. A viagem fez-se no intercidades que liga Guimarães a Santa Apolónia. 

 

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Para alojameno escolhemos uma Guesthouse entre o Chiado e o Bairro Alto. 

 

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   Na cidade dos contrastes partimos à descoberta com os nossos próprios pés.

 

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 Bairro a bairro. Miradouro a miradouro. Elevador a elevador. Colina a colina. Café a café. Taberna a taberna.

 

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Perdemo-nos nos seus becos e ruelas. 

 

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Maravilhámo-nos com toda a história secular presente nos seus monumentos, museus e bairros genuínos.

 

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Encontramos uma cidade cheia de luz e movimento. Turistas, muitos turistas. 

 

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Nesta cidade lendária, ao virar em cada esquina, encontramos pontos de história e cultura. Igrejas, museus, elevadores, miradouros, castelos e uma lista interminável de locais a visitar.

 

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Das sete colinas ao rio Tejo.

 

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 Do fado à animação noturna.

 

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 Da cidade iluminada com a luz do sol às ruas iluminadas com luzes de Natal.

 

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Lisboa revelou-se uma grande surpresa.  

 

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Em Belém nos despedimos da capital, com a promessa de lá voltar.

 

fotos | Lisboa | dezembro'17

07
Jun17

Miró no Porto

 

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Mais importante do que a obra de arte propriamente dita é o que ela vai gerar. A arte pode morrer; um quadro desaparecer. O que conta é a semente. 


Joan Miró

 

 

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 A Fundação de Serralves mostrou pela primeira vez ao público as obras de Joan Miró propriedade do Estado Português. A exposição "Joan Miró: Materialidade e Metamorfose" encerrou ao público no passado domingo, no último dia da edição Serralves em Festa de 2017.

 

 

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Esta coleção com cerca de 80 trabalhos percorre seis décadas da sua carreira (de 1924 a 1981) identificando a natureza física dos suportes e a elaboração dos materiais como fundamentos da obra plástica de Miró.

 

 

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A arte de Miró emergiu com o movimento surrealista, uma das principais influências do século XX, que foi por excelência a corrente artística moderna da representação do irracional e do subconsciente.

 

 

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A mostra, que percorre o rés-do-chão e o primeiro andar da Casa de Serralves, é composta por:

 

 

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desenhos e outras obras sobre papel,

 

 

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  diversas pinturas em suportes distintos,

 

 

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trabalhos em tapeçarias e escultura,

 

 

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outros realizados com colagens,

 

 

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uma obra da série “Telas queimadas”,

 

 

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e pinturas murais.

 

 

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Uma exposição muito cativante que permitiu a um diversificado público um maior conhecimento da obra de um dos maiores artistas ibéricos.

 

 

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Um mito compreendido no abstrato sonhador mais rendido.

 

fotos | Exposição "Joan Miró: Materialidade e Metamorfose" - Casa de Serralves | junho'17

08
Mai17

o surf e a lenda

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Veado
2016
Mármore e Aço Corten
6,30m de altura


O Sítio da Nazaré, lugar de grande riqueza patrimonial, foi outrora muito povoado por veados. A célebre Lenda da Nazaré refere que Dom Fuas Roupinho caçava no Sítio e que, numa manhã de nevoeiro do século XII, se isolou dos companheiros quando perseguia um veado que se lançou no precipício. Na iminência de cair, o cavaleiro gritou pelo auxilio de Nossa Senhora da Nazaré. De imediato o cavalo estancou e cravou as patas traseiras na extremidade da arriba salvando Dom Fuas Roupinho. Nos últimos anos, a Praia do Norte da Nazaré tem sido o palco onde os surfistas descem as maiores ondas do planeta - existem registos de ondas de 30 metros. Nesta obra antropomórfica da autoria de Agostinho Pires e realizada pela escultora Adália Alberto (oferta ao Município da Nazaré) são visíveis as referências a estes dois momentos marcantes da História da Nazaré, enaltecendo o passado e elogiando o presente, ambos conjugados na escultura "Veado".

 

fotos | Nazaré | maio'17

 

23
Mar17

de Foz d'Égua até Piodão

 

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  Partindo de Foz d'Égua...

 

...a subida até ao Piodão é feita por um estreito caminho de terra e muitas pedras...

 

 ...serpenteando a encosta, com uma bonita panorâmica sobre a ribeira do Piodão.

 

 Ao longo do trilho podemos observar a natureza quase que em estado puro, com diversas espécies de fauna e flora típicas do local...

 

 ...bem como algumas casas abandonadas que relembram a atividade pastorícia.

 

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 Enquanto percorremos o trilho, Piódão teima em permanecer escondido só mesmo no final podemos deslumbrar a sua bonita arquitectura envolvida numa moldura de um imenso verde.

 

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 fotos | Piódão | março'17

 

21
Mar17

uma visita ao nordeste transmontano

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No último fim de semana de inverno o sol reinou e as temperaturas quase de verão fizeram as delicias de uma família pelo nordeste trasmontano.

 

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 Como o Dia do Pai era ao Domingo resolvi surpreender o meu Pai levando-o às suas origens.

 

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 A primeira paragem foi na princesa do Tua...

 

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 ... e rainha da alheira...

 

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 ...Mirandela pois claro.

 

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 Almoçamos no Restaurante "A Adega", um excelente restaurante típico.

 

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Como o sol convidava a praia, e ainda não conhecia a famosa Albufeira do Azibo, pareceu-me o dia perfeito para fazer uma visita às suas praias.

 

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 O local é mesmo encantador e a temperatura até convidava a um mergulho, mas não tinha biquíni 

 

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 Uma breve pausa em Alfândega da Fé para refrescar e descansar um pouco. 

 

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 Chegamos à Quinta da Terrincha a meio da tarde. Já é um espaço familiar que não nos cansamos de repetir, onde tudo é fantástico e especial: o ambiente, as pessoas, a quinta, as casas, é mesmo impossível não gostar.

 

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 Surpreendeu e superou as nossas expectativas na primeira visita e ainda surpreende a cada nova visita.

 

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Jantamos no Restaurante "Canto da Terrinha , que agora não é explorado pela Quinta, mas a comida continua boa.

 

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 A manhã de Domingo foi dedicada ao descanso quase absoluto.

 

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 Perto da hora de almoço subimos para a aldeia, que fica a meia hora da quinta, para almoçarmos com a família.

 

DSC03483.JPGO resto do dia foi de visita à aldeia e à família.

 

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 Tentei arranjar um novo amigo...

 

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 ... mas não fui bem sucedida.

 

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 Ao final do dia regressei a casa de alma revigorada.

 

fotos | março'17

20
Mar17

pedra sobre pedra

 

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Perdida nas montanhas numa encosta da bonita Serra do Açor, no concelho de Arganil, situa-se uma das mais bonitas Aldeias Históricas de Portugal: a aldeia de Piódão.

 

 

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Os difíceis acessos é um forte exemplo de como ao longos dos séculos o homem se adaptou aos mais inóspitos e sublimes locais.

 

 

 Piódão é uma aldeia serrana e rural que ao longo de décadas viveu isolada, preservando assim os seus traços culturais que remontam à Idade Média.

 

 

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A aldeia aparece destacada no meio de um imenso manto verde...

 

 

 

 ...com o predominante azul das portas e das janelas de madeira...

 

 

 ...o xisto das casas e dos telhados...

 

 

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 ...e também do pavimento das suas sinuosas e estreitas ruas.

 

 

A bela Igreja Matriz pintada de branco com listas azuis contrasta com as cores escuras do restante cenário.

 

 

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 As cruzes ombreiras das portas invocam protecção a Santa Bárbara contra as intempéries.

 

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As casas estão ordenadas em forma de anfiteatro natural, em socalcos, como se de um presépio se tratasse. 

 

 

 A partir da aldeia existem diversos percursos pedestres para explorar, devidamente assinalados.

 

 

Um local de uma beleza única em Portugal, que merece ser conhecido.

 

 

fotos | Piódão | março'17

15
Mar17

pelas maravilhas das Beiras

 

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  O destino do fim de semana foi a Beira Alta.

 

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 Sábado partimos cinco mulheres pelos caminhos de Portugal rumo ao Centro, para comemorarmos não o dia da mulher mas a chegada aos 40 de uma grande amiga.

 

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 A primeira paragem foi a Lagoa Comprida para saborear os apetitosos petiscos do nosso piquenique...

 

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 ...e cantarmos os Parabéns à nossa amiga. A ventania, nossa companheira de viagem, dificultou um pouco mas conseguimos.

  

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 Subimos até à Torre. Havia pouca neve, só mesmo no topo...

 

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 ...mas ainda deu para uns passeios na neve...

 

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 ... e fazer o boneco de neve 2017.

 

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 Ao final da tarde deixamos a serra em direcção à quinta que escolhemos para pernoitar.

 

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 O Lugar do Ainda foi o eleito. Magnifica escolha.

 

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 O domingo começou com um pequeno-almoço delicioso repleto de produtos locais seguido de um agradável passeio pela quinta e pelo riacho.

 

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Saímos em direcção a Piódão seguindo as indicações do GPS. 

 

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Subimos e descemos serras e montes, com vistas de cortar a respiração sobre a Serra do Açor e a Serra da Estrela. 

 

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 Adoro conduzir em estradas de montanha, verdadeiras montanha-russas, mas as minhas amigas não acharam muita graça a tanta curva e contracurva.

 

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 Pelo caminho não deu para grandes paragens, o objectivo era almoçar em Piódão. 

 

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Objectivo falhado quando alcanço o quilómetro 160,4 da estrada nacional 230 em Teixeira. Volto para trás e almoçamos no Restaurante Pedras Lavradas.

 

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 Foi o acaso que nos levou lá, mas foi uma excelente escolha.

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Aqui esclareceram que o acesso está condicionado devido a uma derrocada. Inacreditavelmente é uma situação que se arrasta à cerca de três anos.

 

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 Chegadas a Piódão, mais concretamente à Foz d' Égua, estacionei e subimos até à aldeia pelo trilho.

 

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 Como a subida demorou um pouco mais do que estávamos à espera decidimos fazer o percurso inverso de taxi para assim podermos conhecer melhor a aldeia...

 

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 ...mas o único táxi que lá existe não estava de serviço.

 

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 Assim tivemos que voltar pelo trilho...

 

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...e deixar a exploração para uma próxima, senão arriscávamos chegar a casa de madrugada.

 

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 E, perto do final da tarde, regressamos a casa, revigoradas para mais uma semaninha. Foi sem dúvida um fim de semana muito agradável e de exploração do bonito Centro de Portugal.

 

 fotos | março'17

 

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