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andar por fora ...

Há pequenos instantes de vida que preenchem o momento. O instante foge. Eternizam-se ou passam despercebidos. É preciso recomeçar a viagem. Sempre.

06
Dez17

uma visita à capital

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Foram três dias na Cidade das Sete Colinas. A viagem fez-se no intercidades que liga Guimarães a Santa Apolónia. 

 

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Para alojameno escolhemos uma Guesthouse entre o Chiado e o Bairro Alto. 

 

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   Na cidade dos contrastes partimos à descoberta com os nossos próprios pés.

 

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 Bairro a bairro. Miradouro a miradouro. Elevador a elevador. Colina a colina. Café a café. Taberna a taberna.

 

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Perdemo-nos nos seus becos e ruelas. 

 

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Maravilhámo-nos com toda a história secular presente nos seus monumentos, museus e bairros genuínos.

 

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Encontramos uma cidade cheia de luz e movimento. Turistas, muitos turistas. 

 

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Nesta cidade lendária, ao virar em cada esquina, encontramos pontos de história e cultura. Igrejas, museus, elevadores, miradouros, castelos e uma lista interminável de locais a visitar.

 

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Das sete colinas ao rio Tejo.

 

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 Do fado à animação noturna.

 

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 Da cidade iluminada com a luz do sol às ruas iluminadas com luzes de Natal.

 

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Lisboa revelou-se uma grande surpresa.  

 

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Em Belém nos despedimos da capital, com a promessa de lá voltar.

 

fotos | Lisboa | dezembro'17

26
Jun17

Carnota

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Carnota é uma simpática aldeia galega pertencente ao concelho de Muros.

 

 

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A Igreja Paroquial de Santa Comba é o monumento mais representativo de arte religiosa de Carnota.

 

 

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 O "igrexario de Carnota", localizado na horta da Igreja, é composto por um pombal... 

 

 

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...e por um enorme espigueiro do século XVII com 34 metros de comprido, declarado Monumento Nacional.

 

 

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 Assente sobre onze pares de colunas são os depósitos de grão e armazenamento hortícola mas comprido da Galiza.

 

 

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A praia de Carnota é a mais comprida da Galiza com cerca de sete quilómetros de extensão. Uma praia irresistível de areia imaculada e água pouco profundas rodeado por um conjunto único de dunas, marismas e lagoas.

 

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Uma das praias mais virgens e de grande beleza de todo o pais. Pela sua magnifica beleza foi considerada pela revista alemã " Traum Strände" uma das cem melhores do mundo.

 

fotos | Carnota - Galiza | junho'17

 

 

23
Jun17

o lugar onde a terra acaba

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Para muitos peregrinos a Catedral de Santiago de  Compostela não é o destino final, para eles o fim do caminho encontra-se num dos lugares mais místicos da Antiguidade. A cerca de 90 kms a oeste de Santiago, na enigmática Costa da Morte, o fim da terra galega é também o final do Caminho de Santiago. Finisterra é um território onde se deve chegar para fazer o regresso.

 

 

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 Na Idade Média era considerada a ponta mais ocidental da Europa, o fim do mundo.

 

 

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O "Finies Terrae" do Império Romano. A Terra da Juventude dos Celtas.

 

 

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Magnificas paisagens de mar e terra que se não fosse o panorama negro que dela se avizinha e seriam imagens de um paraíso.

 

 

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 Escultura de Peregrino Medieval no inicio do caminho que une Fisterra e o Cabo Finisterra. Caminhar da aldeia até ao Farol é uma tradição dos peregrinos de Santiago, mas também muito usual para muitos turistas que por lá passam.

 

 

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O Farol de Fisterra.

 

 

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 donde el silencio esconde algo más que palabras

 

 

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A Bota do Peregrino.

 

 

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 O Cruzeiro.

 

 

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Marco que assinala o quilómetro 0 do Caminho de Santiago.

 

 

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 Soberbas vistas sobre a Costa da Morte.

 

 

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 É provavelmente o Cabo mais visitado da Europa e o mais próximo da América.

 

 

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  Pela tradição o peregrino devia queimar algo que usou na sua caminhada como ritual de purificação e renascimento.

 

 

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Nos dias de hoje é um ritual oficialmente proibido, embora ainda seja cumprido por alguns. Muitos peregrinos deixam lá alguns de seus pertences como roupas, calçado, ou algo significativo, como forma de desapego, purificação e renovação.

 

fotos | Cabo Finisterra | junho'17

07
Jun17

Miró no Porto

 

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Mais importante do que a obra de arte propriamente dita é o que ela vai gerar. A arte pode morrer; um quadro desaparecer. O que conta é a semente. 


Joan Miró

 

 

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 A Fundação de Serralves mostrou pela primeira vez ao público as obras de Joan Miró propriedade do Estado Português. A exposição "Joan Miró: Materialidade e Metamorfose" encerrou ao público no passado domingo, no último dia da edição Serralves em Festa de 2017.

 

 

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Esta coleção com cerca de 80 trabalhos percorre seis décadas da sua carreira (de 1924 a 1981) identificando a natureza física dos suportes e a elaboração dos materiais como fundamentos da obra plástica de Miró.

 

 

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A arte de Miró emergiu com o movimento surrealista, uma das principais influências do século XX, que foi por excelência a corrente artística moderna da representação do irracional e do subconsciente.

 

 

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A mostra, que percorre o rés-do-chão e o primeiro andar da Casa de Serralves, é composta por:

 

 

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desenhos e outras obras sobre papel,

 

 

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  diversas pinturas em suportes distintos,

 

 

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trabalhos em tapeçarias e escultura,

 

 

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outros realizados com colagens,

 

 

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uma obra da série “Telas queimadas”,

 

 

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e pinturas murais.

 

 

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Uma exposição muito cativante que permitiu a um diversificado público um maior conhecimento da obra de um dos maiores artistas ibéricos.

 

 

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Um mito compreendido no abstrato sonhador mais rendido.

 

fotos | Exposição "Joan Miró: Materialidade e Metamorfose" - Casa de Serralves | junho'17

23
Mar17

de Foz d'Égua até Piodão

 

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  Partindo de Foz d'Égua...

 

...a subida até ao Piodão é feita por um estreito caminho de terra e muitas pedras...

 

 ...serpenteando a encosta, com uma bonita panorâmica sobre a ribeira do Piodão.

 

 Ao longo do trilho podemos observar a natureza quase que em estado puro, com diversas espécies de fauna e flora típicas do local...

 

 ...bem como algumas casas abandonadas que relembram a atividade pastorícia.

 

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 Enquanto percorremos o trilho, Piódão teima em permanecer escondido só mesmo no final podemos deslumbrar a sua bonita arquitectura envolvida numa moldura de um imenso verde.

 

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 fotos | Piódão | março'17

 

21
Mar17

uma visita ao nordeste transmontano

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No último fim de semana de inverno o sol reinou e as temperaturas quase de verão fizeram as delicias de uma família pelo nordeste trasmontano.

 

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 Como o Dia do Pai era ao Domingo resolvi surpreender o meu Pai levando-o às suas origens.

 

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 A primeira paragem foi na princesa do Tua...

 

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 ... e rainha da alheira...

 

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 ...Mirandela pois claro.

 

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 Almoçamos no Restaurante "A Adega", um excelente restaurante típico.

 

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Como o sol convidava a praia, e ainda não conhecia a famosa Albufeira do Azibo, pareceu-me o dia perfeito para fazer uma visita às suas praias.

 

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 O local é mesmo encantador e a temperatura até convidava a um mergulho, mas não tinha biquíni 

 

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 Uma breve pausa em Alfândega da Fé para refrescar e descansar um pouco. 

 

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 Chegamos à Quinta da Terrincha a meio da tarde. Já é um espaço familiar que não nos cansamos de repetir, onde tudo é fantástico e especial: o ambiente, as pessoas, a quinta, as casas, é mesmo impossível não gostar.

 

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 Surpreendeu e superou as nossas expectativas na primeira visita e ainda surpreende a cada nova visita.

 

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Jantamos no Restaurante "Canto da Terrinha , que agora não é explorado pela Quinta, mas a comida continua boa.

 

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 A manhã de Domingo foi dedicada ao descanso quase absoluto.

 

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 Perto da hora de almoço subimos para a aldeia, que fica a meia hora da quinta, para almoçarmos com a família.

 

DSC03483.JPGO resto do dia foi de visita à aldeia e à família.

 

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 Tentei arranjar um novo amigo...

 

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 ... mas não fui bem sucedida.

 

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 Ao final do dia regressei a casa de alma revigorada.

 

fotos | março'17

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