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andar por fora ...

Há pequenos instantes de vida que preenchem o momento. O instante foge. Eternizam-se ou passam despercebidos. É preciso recomeçar a viagem. Sempre.

02
Out17

um passeio pela antiga capital de Minorca

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Situada no extremo oeste da ilha...

 

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...Ciutadella é a segunda maior cidade de Menorca.

 

 

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Percorrendo as ruas do centro antigo...

 

 

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...encontramos uma cidade com um centro histórico bem preservado...

 

 

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...com muitos monumentos...

 

 

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...palácios...

 

 

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...igrejas...

 

 

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...praças e jardins.

 

 

 

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A cada beco e viela...

 

 

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...uma nova surpresa...

 

 

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...um novo detalhe.

 

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Uma cidade romântica e histórica...

 

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...com uma marina encantadora.

 

fotos | Ciutadella | agosto'17

 

25
Set17

um museu a céu aberto

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O maior e melhor santuário antigo de Atenas, dedicado primeiramente para a sua padroeira, a deusa Atena, domina o centro da cidade moderna do penhasco rochoso conhecido como Acrópole. Os mitos mais famosos da antiga Atenas, são os grandes festivais religiosos, primeiros cultos e vários acontecimentos decisivos na história da cidade estão conectados para este recinto sagrado.

 

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Os monumentos da Acrópole estão em harmonia com seu ambiente natural. Estas obras-primas únicas da arquitetura antiga combina diferentes ordens e estilos da arte clássica de um modo mais inovador e tem influenciado a arte e cultura por muitos séculos. A Acrópole do século V A.C. é o reflexo mais precioso do esplendor, poder e riqueza de Atenas em seu maior auge, a idade de ouro de Péricles.

 

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Fragmentos de cerâmica do período Neolítico (4000/3500 – 3000 A.C.), e de perto o Erecteion, do início e da Idade Média do Bronze, mostra que a colina era habitada por um período anterior. A muralha foi construída em torno dela no século XIII A.C. e a cidadela tornou-se o centro de um reino micênico. Esta fortificação inicial é parcialmente preservada entre os monumentos mais tarde e a sua história pode ser traçada com bastante precisão.

 

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A Acrópole tornou-se um recinto sagrado no século VIII A.C. com o estabelecimento do culto de Atena Polias, cujo templo ficava no lado nordeste da colina. O santuário floresceu sob Peisistratos em meados do século VI A.C., quando a Panathinaia, a maior festa religiosa da cidade, foi estabelecida e as primeiras construções monumentais da Acrópole erguida, entre eles o chamado “Templo Velho” e o Hekatompedos, o antecessor do Partenon, ambos dedicados para Atena.

 

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O santuário de Artemis Brauronia e o primeiro monumento propileu também datam este período. Numerosos ricos ofereciam, tal como o mármore kore e cavaleiros, bronze e estatuetas de terracotta, foram dedicados ao santuário. Várias dessas inscrições mostram a grande importância ao culto de Atena no período arcaico.

 

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Depois dos Atenienses derrotarem os Persas em Maratona, em 490 A.C., eles começaram a construir um templo muito grande, o denominado Pré-Partenon. Este templo ainda estava inacabado quando os Persas invadiram Attica em 480 A.C., saquearam a Acrópole e atearam fogo nos monumentos.

 

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Os Atenienses enterraram as esculturas que se salvaram e ofereciam dentro das cavidades naturais da rocha sagrada, formando assim terraços artificiais, e fortificaram a Acrópole com dois novos muros, o muro de Temístocles ao longo do lado norte e ao sul de Cimon. Vários elementos arquitetônicos dos templos em ruínas foram incorporadas no muro ao lado norte e são visíveis até hoje.

 

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Em meados do século V A.C., quando a Acrópole tornou-se a sede da Liga Ateniense e Atenas foi o maior centro cultural do seu tempo, Péricles iniciou um ambicioso projeto de construção que durou toda a segunda metade do século V A.C. Atenienses e estrangeiros trabalharam neste projeto, recebendo um salário de um dracma por dia. A construção mais importante visível na Acrópole hoje, que é o Partenon, o Propileu, o Erecteion e o templo de Atena Niki, foram construídos durante este período, sob a supervisão dos maiores arquitetos, escultores e artistas do seu tempo.

 

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Os templos ao lado norte da Acrópole alojavam principalmente os cultos Atenienses e aqueles deuses do Olimpo, enquanto a parte sul da Acrópole era dedicada para o culto de Atena em suas muitas qualidades: como Polias (padroeira da cidade), Partenos, Pallas, Promachos (deusa da Guerra), Ergane (deusa do trabalho manual) e Niki (Vitória).

 

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Depois do final da Guerra do Peloponeso em 404 A.C., e até o primeiro século A.C., nenhuma outra construção importante foi erguida na Acrópole. Em 27 A.C., um pequeno templo dedicado para Augusto e Roma foi construído ao leste do Partenon. Na época romana, embora outros santuários gregos foram saqueados e danificados, a Acrópole manteve o seu prestígio e continuou a atrair as oferendas dos fiéis ricos. Depois da invasão de Herulians no século III D.C., um novo muro foi construído, com dois portões ao lado oeste. Um deles, o chamado Portão Dipilônico, nomeado após o século XIX pelo arqueólogo francês que investigou e é preservado até hoje.

 

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Nos séculos seguintes, os monumentos da Acrópole sofreram de causas naturais e intervenção humana. Depois do estabelecimento do Cristianismo e especialmente no século VI D.C., os templos foram convertidos em igrejas cristãs. O Partenon foi dedicado para Partenos Maria (a Virgem Maria), mais tarde foi renomeada Panagia Athiniotissa (Virgem de Atenas) e serviu como a catedral da cidade no século XI. O Erecteion foi dedicado para Sotiras (Salvador) ou a Panagia, o templo de Atena Niki tornou-se uma capela e o Propileu uma residência pontifícia.

 

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A Acrópole tornou-se fortaleza da cidade medieval. Sob a ocupação dos Francos (1204 – 1456), o Propileu foi convertido em uma residência para o governo Franco e o período Otomano (1456 – 1833) na sede da tropa Turca. Os Venezianos sob F. Morozini cercaram a Acrópole em 1687 e em 26 de setembro bombardearam e destruíram o Partenon, que serviu como uma loja de munição.

 

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O Lord Elgin causou mais danos graves em 1801 – 1802 por saques a decoração escultural do Partenon, o templo de Atena Niki e o Erecteion. A Acrópole foi devolvida aos Gregos em 1822, durante a Guerra Grega da Independência e Odysseas Androustos tornou-se o primeiro comandante da tropa Grega.

 

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Depois da libertação da Grécia, os monumentos da Acrópole ficaram sob os cuidados do recém-fundado estado Grego. As investigações limitadas ocorreram em 1835 e 1837, enquanto em 1885 – 1890, o lugar foi sistematicamente escavado sob o commando de P. Kavvadias. No início do século XX, N. Balanos dirigiu o primeiro projeto de restauração em larga escala.

 

Texto in Turismo Grécia

 

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fotos | Acrópole de Atenas | agosto'17

21
Set17

um cenário mágico

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 A aldeia mais popular de Santorini encanta com a sua magia. 

 

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 Em Oia tudo é branquinho...

 

 

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 ...com cúpulas e janelas azuis...

 

 

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 ...varandas floridas...

 

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 ...que se complementam como se de uma pintura se tratasse.

 

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 Construída sobre a falésia da Caldera...

 

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 ...a sua beleza natural...

 

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 ...combinada com a sua arquitetura tradicional...

 

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 ...fazem desta vila única e extremamente popular.

 

fotos | Oia - Santorini | agosto'17

14
Set17

uma visita à caverna do Apocalipse

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A pequena ilha grega de Patmos ficou conhecida por ser o local para onde o apóstolo João foi exilado e conforme consta escreveu o Apocalipse.

 

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 É através de uma capela, a Capela de Santa Ana, que se chega à caverna onde o apóstolo São João viveu e já com quase 100 anos de idade teve visões e ouviu as revelações de Deus sobre o fim o mundo, as quais resultaram no último livro do Novo Testamento, o livro do Apocalipse.

 

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 Dentro da caverna encontra-se a pedra partida em três partes, que simbolizam a Santíssima Trindade. Foi através das suas fissuras que a voz de Deus ditou o Apocalipse para João,

que as escrevia o chão e, devido à sua idade avançada, o seu discípulo Prócoro as transcreveu.
Ainda podemos ver o local onde São João apoiava a cabeça para dormir e onde apoiava sua mão para se levantar.

 

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fotos | Patmos | agosto'17

11
Set17

as ruínas de uma das maravilhas do mundo antigo

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Deixo aqui o meu resumo do belo passeio pelas ruínas da fantástica cidade de Éfeso, situada na Turquia. Uma cidade que no mundo antigo foi um grande centro comercial e cultural.

 

 

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 Construída e reconstruida cinco vezes entre terremotos, incêndios e conquistas, as ruínas da cidade que hoje se encontram no local datam principalmente dos anos Romanos. E foi precisamente sob o domínio romano que Éfeso foi o porto mais importante do Egeu tornando-se a segunda cidade mais importante do Império, depois de Roma. O monumento mais celebre da cidade foi o grande Templo de Artemis,  uma das sete maravilhas do mundo antigo que foi várias vezes destruído e reconstruido. Éfeso foi também importante na história do inicio do Cristianismo devido às pregações dos apóstolos Paulo e João que utilizaram Éfeso como o principal lugar para expandir o Cristianismo.

 

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 Entre as muitas ruínas encontramos em Éfeso construções extraordinariamente preservadas como: 

 

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  A  magnífica Biblioteca de Celso, cuja fachada encontra-se muito bem preservada.

 

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 O imponente anfiteatro.

  

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 O Ágora que era o centro comercial de Éfeso. 

 

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 As antigas romanas latrinas públicas coletivas. 

 

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 A fonte de Trajano.

 

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 O portão de Adriano. 

 

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 O Teatro Helenístico.  

 

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 A estátua da Deusa Grega Nike, a Deusa do Triunfo, que inspirou a criação do logótipo da Nike.

 

 

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As casas das famílias mais ricas.

 

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 Os vestígios do sistema de encanamento. A cidade de Éfeso teve o primeiro sistema de água encanada que se conhece do mundo.

 

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 O Templo Imperial.

 

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  A Avenida Curetes feita principalmente de mármore e ladeada de colunas e estátuas.

 

 

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A rua que vai ao porto de Éfeso.

 

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 A porta da cidade.

 

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 O portal monumental.

 

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 E as escavações continuam pois ainda há muito para se conhecer.

 

 

fotos | Éfeso | agosto'17

06
Set17

uma visita à casa da Virgem Maria

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 A Casa da Virgem Maria é um santuário localizado no monte Koressos a poucos quilómetros da cidade de Éfeso, na Turquia.

 

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Diz-se que após a morte de Jesus Maria de Nazaré e os outros apóstolos foram perseguidos. Vivendo como fugitiva foi levada para este lugar por São João Evangelista e numa modesta casa de pedras terá vivido os últimos anos até à sua Assunção.
Por falta de evidências aceitáveis a Igreja Católica nunca confirmou a autenticidade da história, mas a visita de diversos papas ao santuário demonstra uma atitude positiva em relação ao local.

 

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Foi através dos sonhos de uma monja alemã que a casa foi descoberta. Anne Catherine Emmerich, que viveu entre os anos de 1774-1824, sonhou com a casa sem nunca ter estado em Éfeso. Ela descreveu o sonho ao escritor Clemens Brentano que o publicou em livro. Graças aos diversos detalhes da casa descritos chegaram a um pequeno edifício em pedra construído numa montanha com vista para o mar Egeu. Após vários anos de estudo o Vaticano reconheceu que Maria viveu nesta casa mas não se sabe ao certo se ela morreu neste local.

 

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Maria não vivia em Éfeso, mas na região rural nas redondezas... A residência de Maria estava num monte à esquerda da estrada que vinha de Jerusalém, a umas três horas e meia de Éfeso. Este monte se inclina abruptamente em direção a Éfeso; a cidade, conforme nos aproximamos dela pelo sudeste parece estar em terreno em elevação... Caminhos estreitos levam para o sul em direção a um morro no topo do qual está um platô desigual, a uma meia hora de viagem. 


Ana Catarina Emmerich

 

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 A casa é uma réplica da que foi achada em ruínas.

 

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Hoje é um local oficial de peregrinação, sendo a principal no dia 15 de agosto, a data na qual a maior parte do mundo cristão celebra a Assunção na Igreja Católica e a Dormição na Igreja Ortodoxa.

 

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Na visita ao santuário existe costume dos fiéis acenderem velas...

 

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 ...beberem a água das fontes que diz-se ter poderes milagrosos...

 

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 ...e no "Muro dos Pedidos" deixarem mensagens e pedidos em pano ou papel .



fotos | Éfeso | agosto'17

05
Set17

um paraíso no mar Egeu

 

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Mykonos, que significa "ilha branca" é a mais badalada ilha grega. É a ilha das festas e da boémia sendo a mais popular e cara das Cíclades.

 

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Um dos pontos mais animados é o bairro Little Venice. A "pequena Veneza" é formada por casas do século XVI com varandas coloridas debruçadas sobre o mar. Lendas locais dizem que foram edificadas pelos piratas tendo em vista facilitar as descargas do carregamento.

 

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Os famosos moinhos são o cartão postal da ilha. É uma fila de cinco moinhos desativados que se destacam na simplicidade da paisagem.

 

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 Hora é a capital de Mykonos na qual fica o porto onde chegam os navios trazendo turistas do mundo inteiro.

 

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Uma cidade pitoresca com as suas casinhas brancas que abrigam áreas residenciais e de comércio, com destaque para as muitas lojas de luxo.

 

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 Divididas por um labirinto de vielas estreitas que se destinavam a desorientar os piratas. Hoje são charmosas ruelas que encantam e fascinam todos os que por elas passam.

 

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Em Mykonos existe a tradição de cada família ter a sua capela particular dependendo das suas possibilidades. Os gregos são cristãos ortodoxos e pela ilha são muitas as capelas que atestam a forte religiosidade dos seus habitantes.

 

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Mykonos torna-se ainda mais encantador ao final da tarde com um por do sol arrebatador...

 

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...que atrai à beira da água multidões de turistas.

 

fotos | Mykonos | agosto'17

04
Set17

a doçura de não fazer nada

 

Ora bem... as férias de verão acabaram e que belas memórias se fizeram nestas últimas semanas. Foram muitos dias a andar por fora  cultivando a arte do "dolce far niente". Mas o conceito de não fazer nada é muito relativo.

 

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 Começaram na pacatez do Douro na Quinta da Terrincha.

 

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 Seguiu-se um cruzeiro a bordo do Celestyal Olympia...

 

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 ...e uma maratona de excursões por algumas ilhas gregas e terras turcas.

 

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Ainda deu tempo de conhecer um pouco de Atenas.

 

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  E para finalizar nada melhor do que a praia Son Bou de Menorca para um bom descanso entre banhos de sol e mergulhos no mar.

 

Para o ano há mais... agora que venha o recomeço!

 

fotos | férias verão 2017 | agosto'17

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