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andar por fora ...

Há pequenos instantes de vida que preenchem o momento. O instante foge. Eternizam-se ou passam despercebidos. É preciso recomeçar a viagem. Sempre.

05
Out11

Um local...

...religioso e turístico: Bom Jesus do Monte, Braga.

 

 

 

 

Aproveitei uma bela tarde de domingo, com temperaturas a lembrar mais o verão, para subir ao Bom Jesus do Monte ou Bom Jesus de Braga como muitos lhe chamam.

Rodeado de uma frondosa mata, o Santuário do Bom Jesus do Monte, conjuga a obra da natureza e do homem. A sua construção é dos séculos XVIII e XIX e cruza os estilos barroco, rococó e neoclássico.

O santuário é composto pelas capelas da Via Sacra, pela igreja, uma monumental alameda, um acentuado escadario, estátuas alegóricas e fontes simbólicas.  

O Parque é constituído por uma mata, jardins, pequenos lagos artificiais, barcos de recreio para alugar no lago principal, várias praças e estabelecimentos de restauração.
 

 

 

 

  

 

 

 

 

 

Sendo um ex-líbris da cidade de Braga atraí um elevado número de visitantes, mas os sinais de degradação de toda a zona envolvente do parque, das capelas e até do próprio santuário já são visíveis. Algumas capelas encontram-se mesmo encerradas. Não existe indicações, informações ou roteiros. O monóculo do santuário que deu origem à expressão ver "Braga por um canudo" já não existe ou não o encontrei. O nosso património tem que ser visitado, admirado, tratado e não abandonado, a sua preservação deve ser uma prioridade.

 

 

04
Out11

Uma fotografia do meu verão

 

 

 

O meu verão não cabe numa fotografia, houve muitos momentos inesquecíveis, muitas horas deitada ao sol a ver o mar, muitas surpresas e mistérios e o mais importante de tudo foram momentos fantásticos, vividos e desfrutados em boa companhia.

 

04
Out11

Se não é um...

... é outro.

 

Se não temos o pôr do sol no mar temos o nascer do sol no horizonte iluminando a imensidão do mar.

 

  

 

 

 "Pra quê chorar, se o sol já vai nascer, se o dia vai amanhecer.

Pra quê chorar, se há sempre um novo amor em cada amanhecer."
                                                                                            Vinícius de Moraes
 

 

03
Out11

Simplicidade...

...beleza e magia de um pôr do sol.

 

 

  

 

 

 

 

 Com muita pena minha, na Riviera Maya o sol não se esconde atrás do mar.

Para mim, o espectáculo mais belo e mágico que a natureza oferece é o por de sol,

não interessa o local, a companhia, o frio ou o calor, vale sempre a pena

parar e observar esse momento.

 

 

01
Out11

México Espectacular

Espectáculo nocturno do Xcaret que retrata a história do México.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No final do dia o Xcaret exibe um belo espectáculo que atrai, além de turistas, mexicanos de vários pontos do país. Com capacidade para 600 pessoas, o teatro Gran Tlachco recebe todas as noites mais de 300 actores, músicos, cantores e bailarinos que, em duas horas, enredam o público na história do México e nas suas manifestações culturais ao longo de milénios.

A representação está dividida em duas partes, a primeira sobre as civilizações pré-colombianas  e a segunda sobre o povo mexicano depois da chegada dos espanhóis. O espectáculo inicia-se na escuridão, apenas iluminado com o brilho de centenas de velas espalhadas pela plateia, as quais são oferecidas aos espectadores na entrada para o teatro.

Na primeira parte  há várias demostrações de rituais de paz e de confronto, da chegada dos espanhóis a terras americanas, do ambiente de tensão entre as duas civilizações, sempre com música envolvente e pouca iluminação. 

Depois do intervalo o cenário abre-se com mais luminosidade e representa, essencialmente, as tradições de cada província do México, através da música, da dança e de outros costumes.

Entre os pontos altos da noite está a exibição dos homens-pássaro, presos pelos pés a cordas no cimo de um poste, os chamados voadores de Papantla precipitam-se de cabeça para baixo em manobras acrobáticas e círculos no ar, recriando um antigo ritual pré-hispânico, e o jogo de pelota que remonta a 3500 anos e é considerado o antecedente do futebol, com a diferença que em vez dos pés os jogadores usavam as ancas para atirar a bola, sendo que num dos jogos é utilizada uma bola de fogo.

 

 

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