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andar por fora

à descoberta da plenitude de um instante eternizando o momento que passa

andar por fora

à descoberta da plenitude de um instante eternizando o momento que passa

Miró no Porto

 

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Mais importante do que a obra de arte propriamente dita é o que ela vai gerar. A arte pode morrer; um quadro desaparecer. O que conta é a semente. 


Joan Miró

 

 

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 A Fundação de Serralves mostrou pela primeira vez ao público as obras de Joan Miró propriedade do Estado Português. A exposição "Joan Miró: Materialidade e Metamorfose" encerrou ao público no passado domingo, no último dia da edição Serralves em Festa de 2017.

 

 

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Esta coleção com cerca de 80 trabalhos percorre seis décadas da sua carreira (de 1924 a 1981) identificando a natureza física dos suportes e a elaboração dos materiais como fundamentos da obra plástica de Miró.

 

 

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A arte de Miró emergiu com o movimento surrealista, uma das principais influências do século XX, que foi por excelência a corrente artística moderna da representação do irracional e do subconsciente.

 

 

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A mostra, que percorre o rés-do-chão e o primeiro andar da Casa de Serralves, é composta por:

 

 

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desenhos e outras obras sobre papel,

 

 

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  diversas pinturas em suportes distintos,

 

 

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trabalhos em tapeçarias e escultura,

 

 

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outros realizados com colagens,

 

 

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uma obra da série “Telas queimadas”,

 

 

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e pinturas murais.

 

 

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Uma exposição muito cativante que permitiu a um diversificado público um maior conhecimento da obra de um dos maiores artistas ibéricos.

 

 

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Um mito compreendido no abstrato sonhador mais rendido.

 

fotos | Exposição "Joan Miró: Materialidade e Metamorfose" - Casa de Serralves | junho'17

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